quinta-feira, 5 de maio de 2011

JORNALISTA HELIO RUBENS SOFRE O APAGÃO DA INCOMPETENCIA DA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA DE ITAPETININGA


Moro na rua Julio Prestes, centro de Iapetininga.
Na última 2a. feira, 2, fui vitima de um acidente que prejudicou toda a cidade. Um caminhão derrubou uma linha de transmissão de dados da Embratel e todos os clientes da NET ficaram sem internet e telefone nesse dia.
Mas eu acabei sendo vitima duas vezes.
O mesmo caminhão teria sido o responsável pela derrubada também do cabo que ligava a NET à minha casa, o que me deixou também sem TV.
O atendimento da NET via telefone foi antipático mas o socorro veio rápido. Às 18 horas o sinal da minha TV já estava regularizada e às 23 tudo se normalizou.
O pior veio no dia seguinte, 3, outro caminhão(!) derrubou novamente, o cabo da NET e, pior, derrubou também o cabo da energia elétrica!
Com um atendimento telefonico mais antipático ainda do que o da NET, a CPFL-Sul Paulista providenciou o socorro rapidamente, mas não fizeram a religação da energia elétrica, sob o argumento que a casa não tinha um tal 'padrão', que depois entendi ser um poste especial que deixa os cabos mais altos.
Argumentei que a casa não era minha, que eu apenas a alugava e pedi encarecidamente que a religação fosse feita, ainda que em caráter precário e sob a condição de que o tal padrão fosse colocado em tal tempo.
Não adiantou: os funcionários da CPFL negaram-se a religar a energia nem mesmo diante dos argumentos de que eu não poderia ficar na casa sem energia elétrica, que eu dependia dela para exercer meu trabalho e que sem ela eu perderia as comidas que estavam na geladeira e no frizer.
Insensíveis, apenas recomendaram que eu procurasse a imobiliária e pedisse a instalação do padrão, sem o qual não seria feita a religação. Argumentei que isso demoraria tempo, dias até, e que uma instalação provisória deveria ser feita sem envolver grandes riscos, pois a casa é antiga e nenhum problema tinha ocorrido até então pela falta do padrão.
De nada adiantaram meus apelos. Os funcionários simplesmente disseram um redondo NÃO!, sem se importarem com os prejuizos que tal atitude poderiam me provocar.
Sem alernaiva, pedi o apoio da Imobiliária Duarte, que tudo fez mas também não conseguiu a religação junto à CPFL.
Descobri, mais tarde, que os funcionários da CPFL entraram na minha residência, sem ordem minha - o que entendo ter sido uma invasão de domicilio! - e ainda tiraram o relógio da luz!
Foi assim, com intransigência descabida e absoluta fala de respeito pelo consumidor, que a CPFL-SUL PAULISTA me transformou em um DESABRIGADO, não tendo para onde ir, sem con dições de dormir na minha própria residencia, e ainda sofrendo as consequencias da falta de energia elétrica, o que prejudicou meu trabalho e me causou prezuizos com a perda das comidas que estavam na geladeira e no frizer.
Felizmente moro sozinho, mas e se eu tivesse uma pessoa doente sob meus cuidados? Ou crianças e idosos dependendo de mim?
Cadê o respeito ao cliente, CPFL? Como vocês podem agir assim, tempesivamente, sem direito a qualquer resistência? Onde está o direito de cidadania?
Quando aluguei essa casa e pedi ligação elétrica, não era essa a época propicia para a CPFL exigir o tal padrão, que, aliás, inexiste na maioria das casas vizinhas à minha e que estão, portanto, sujeitas a medidas descabidas como a que me atingiu?
Não deveria essa empresa irresponsável avisar previamente os moradores da necessidade desses padrões? Porque esperar um acidente - para o qual não tive a menor paricipação - para fazer essa exigência?
Com a palavra os dirigentes da CPFL, que só falam em respeito aos consumidores nos anuncios, mas na prática nada exercem nesse sentido!
Se a CPFL fosse uma empresa moderna, como as que existem nos paises mais civilizados da Europa e dos Estados Unidos, esses cabos de energia elerica e telefonia seriam subterrâneos e não suspensos no ar, como os daqui, que além de feios são inseguros e ultrassados!
HELIO RUBENS DE ARRUDA E MIRANDA - RG 5.231.275
E.T.: O unico meio de contato que me restou é o celular (15/9707-4983), porque, com a falta de energia, estou sem telefone fixo, sem computador e sem internet.

RENATA BARONI É PRESA


A filha do prefeito de Jaguariaiva, no interior do Estado, foi presa em flagrante no início da noite de terça-feira, quando tentava fazer compras em uma loja, em um shopping de Curitiba, usando documentos que ela mesma havia furtado de uma conhecida.

Renata Baroni, só foi presa porque as gerentes da loja, junto com a financeira que libera o crédito, entraram em contato com a vítima e descobriram o golpe. A polícia foi chamada e encaminhou a moça ao Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão (Ciac-Sul), onde foi autuada por estelionato e falsidade ideológica, pelo delegado Geraldo Celezinski.

Há mais de um ano, Janaina Rosalinda Spadini Bassani, funcionária da Justiça Federal, teve a carteira, com todos os documentos, furtados. O crime aconteceu quando comemorava o aniversário de uma amiga, em uma casa noturna, no Batel.

Ela registrou boletim de ocorrência e tinha feito novos documentos. Janaina disse que ficou surpresa, pois Renata era amiga em comum da aniversariante, havia sentado ao seu lado, e quando se deu conta que estava sem a carteira, Renata se ofereceu para pagar a conta.

Caixa

Juliana Fernandes, gerente da loja, disse que Renata se apresentou como se fosse Janaina, e apresentou comprovante de endereço, extratos bancários e até a funcional.

“As duas são loiras, mas eu havia percebido alguns traços diferentes. Com a negativa da empresa de crédito, entramos em contato com a verdadeira Janaina”, explicou a gerente.

A gerente ficou conversando com a moça, tirou fotocópias, para dar tempo da polícia e da vítima chegarem no local. “Ela já estava saindo, mas nem ficou surpresa. Fez uma ligação e acompanhou os policiais, como se nada tivesse acontecido”, completou Juliana. Renata confirmou que é filha do prefeito Atélio Renato Baroni, de Jaguariaiva.
NOTA DA REDAÇÃO DESTE SITE: LAMENTAVEL A ATUAÇÃO DA IMPRENSA EM GERAL QUE CHAMOU O ESTELIONATO DESTA MENINA EM LETRAS GARRAFAIS REFERENCIANDO O FATO COMO 'filha do prefeito de jaguariaiva". Conhecemos o prefeito Baroni e temos certeza que não concorda nem pactua com o desnivel de sua filha. Cada ser humano tem sua individualidade e não nos cabe atribuir a outros os erros de cada um. Nenhum filho deve ser punido pelo erro de um pai e vice versa.

Padre José Aparecido Hergesse de Paranapanema, agora futuro bispo da Igreja de Vitoria


O papa Bento XVI nomeou nesta quarta-feira (4) o padre teatino José Aparecido Hergesse, que entre janeiro de 2007 e outubro de 2009 trabalhou pastoralmente em Sorocaba, como vigário da Paróquia de São Lucas, no bairro do Vergueiro, bispo-auxiliar para a Arquidiocese de Vitória, com sede na capital do Estado do Espírito Santo.
A informação foi tornada pública logo pela manhã pelo próprio núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida, no Vale do Paraíba, ao final da celebração da missa que ali presidia, marcando a abertura da 49ª Assembleia Geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). O Santo Padre também atribuiu-lhe, enquanto bispo-auxiliar e conforme tradição da Igreja de designar a estes uma das antigas Igrejas dos tempos apostólicos, a titularidade da Diocese de Assava.
Padre Hergesse, desde que deixou Sorocaba no início de outubro de 2009, vinha residindo em Roma, junto à Comunidade dos Padres Teatinos de Sant´Andrea della Valle, como consultor geral da Ordem dos Clérigos Regulares e seu procurador-geral junto à Cúria Romana, além de presidente da Família e Comunidade Cida e Secular Chieti.
Ele nasceu em 15 de julho de 1957, na cidade paulista de Paranapanema (aliás, integrante do território da então Diocese de Sorocaba), filho de Mário Hergesse (´in memoriam´) e Adelina Valim Hergesse. Ingressou para a vida religiosa pelo Seminário Menor Teatino de Fartura (SP) em 1973, professando em 1983. Estudou Filosofia na Faculdade de Filosofia do Mosteiro de São Bento, em São Paulo, e Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.
Foi ordenado sacerdote em 26 de janeiro de 1985, pelas mãos do então bispo diocesano de Itapeva, dom Fernando Legal, na igreja do núcleo residencial de Holambra II, no município de Paranapanema, onde até hoje residem seus familiares. Em seguida, obteve também seu mestrado em Teologia Dogmática pela Pontifícia Faculdade Teológica "Nossa Senhora da Assunção", na Arquidiocese de São Paulo, e uma licenciatura em Teologia Bíblica na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma. Trabalhou, como sacerdote, em muitas paróquias teatinas antes de vir para Sorocaba, nas cidades de Guarulhos, Taquarituba, Fartura e também Nova Era, esta na Grande Belo Horizonte (MG). Foi também vigário-geral da Diocese de Itapeva nos anos 90 e prepósito provincial da Província Teatina Paulo VI do Brasil. Ainda em Sorocaba, ministrava aulas no Instituto de Teologia “João Paulo II”, da Arquidiocese local.
Como bispo-auxiliar para a Arquidiocese de Vitória, o padre José Aparecido Hergesse atuará ao lado do arcebispo metropolitano local, dom Luiz Mancilha Vilela, substituindo a dom Mário Marquez, que deixou o Espírito Santo em dezembro para atuar em Santa Catarina, como bispo diocesano de Joaçaba. Ontem, falando à reportagem do DIÁRIO por telefone da casa de sua mãe em Paranapanema, onde chegou neste final de semana, depois de visita apostólica à Comunidade Teatina da Argentina ainda como conselheiro geral da Ordem, padre José Hergesse adiantou escolher como seu lema episcopal a segunda parte do versículo 45, do capítulo 10 do Evangelho de São Marcos: “Ut ministraret” – “Para servir!”. “Isso significa viver o múnus episcopal de governar, ensinar e santificar numa dimensão de serviço, de vida que se entrega, que se doa, que se deixa consumir”, justificou o novo bispo, lembrando ainda de suas raízes dentro da Ordem Teatina, congregação religiosa fundada em Roma no ano de 1524 por São Caetano de Thiene, “que um dia, quando eu era ainda adolescente, me acolheu me formou, teve muita paciência comigo e, agora, me entrega de modo definitivo à Igreja”.
OUTRAS NOMEAÇÕES – Ainda ontem, por outro lado, o papa Bento XVI anunciou a nomeação do secretário geral da CNBB e bispo-auxiliar do Rio de Janeiro, dom Dimas Lara Barbosa, como novo arcebispo metropolitano de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, sucedendo a dom Vitório Pavanello, que teve seu pedido de renúncia aceito pelo Santo Padre ao atingir a idade-limite de 75 anos. Nomeou também o Sumo Pontífice o assessor da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB, padre Wilson Angotti Filho, bispo-auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG), que passa, assim, a ter três bispos auxiliares.
Bento XVI nomeou ainda o padre Júlio Endi Akamine, atual provincial da Sociedade do Apostolado Católico, os Palotinos, como bispo-auxiliar para a Arquidiocese de São Paulo.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Solução prática para Itararé é uma Guarda Municipal à cavalo e uma Polícia Militar Montada

Na última semana, líderes da zona rural de nossa cidade, através do programa “Microfone Sem Censuras” da Rádio Clube de Itararé (11h30) mostraram a situação frágil a que estão submetidos, pois em termos de segurança, estão absolutamente abandonados. Até mesmo a Patrulha Rural que prestava um eficiente serviço nesta região está plenamente desativada e há meses não se vê mais a presença da Guarda Municipal nos bairros.
Enquanto a Guarda Municipal patrulhou as estradas rurais, se teve a sensação da presença policial e isto coibiu os assaltos as roças, principalmente o furto de milho verde na beira da estrada e animais.
Agora com a certeza da ausência de policiamento, a bandidagem cresce a olhos visto e toda sorte de asséddio está ocorrendo em prol da criminalidade. A boa política do prefeito em estimular o cooperativismo e a produção rural no sistema de agricultura de família, fica comprometido, pois sem segurança não se vive em lugar nenhum do mundo.
Em resposta a matéria do programa, alegou-se o sucateamento das viaturas da Guarda Municipal, onde os 3 ou 4 veículos disponíveis, só no exercício anterior custou quase R$40 mil reais em manutenção, e já estão sem condições de uso.
A revista “A Minúscula” sugere que seja discutida a possibilidade de Itararé implantar uma Guarda Municipal montada. Fogosa pela criação de cavalos de raça que desfilam nas cavalgadas constantes da cidade, fica racional a possibilidade de formar uma guarnição a cavalo para a guarda, voltada a auxiliar principalmente na segurança dos bairros.
“É uma experiência que deu certo em outras cidades e que pode ser implantada aqui também”, -defende o jornalista Hélio Porto.
Entre as vantagens apontadas por ele, estão, o fato de que o custo para manutenção é menor que o de viaturas e a mobilidade dos cavalos, que podem entrar em lugares onde os veículos não têm acesso.
Se cada criador de cavalo doar uma animal e a prefeitura enca-minhar 2 ou 3 GMs para treinamento no haras da Polícia Militar, em poucos meses teremos uma estrutura para manter e treinar os cavalos. Até a luta para trazer da Policia Militar para Itararé, um batalhão montado passa a ser plenamente viável. Com um prefeito essencialmente ruralista, estranha-se a não adoção deste principio, já em Itararé.
O que não pode é continuar como está a nossa zona rural..

Onibus circular em Itararé continua “travado” por nova exigência

Enquanto a população de Itararé, principalmente os idosos, continuam andando longas caminhadas a pé, com a falta de um serviço de transporte urbano (circular), a prefeitura burocratiza a solução com novas exigências que tornam proibitivas a viabilização.
Em nossa edição 641 de 20 de abril, fomos os primeiros a noticiar a concorrência pública vencida pela Antonio Geraldo de Mello Transportes, empresa que tem como sócios o próprio Antonio Geraldo e o empresário Leonil Pinto de Oliveira, um dos pioneiros no transporte “circular” em nossa cidade. Porém, quando já esperávamos o início do serviço, paralizado pela Transpen, há mais de um ano, vem a reclamação dos vencedores da concorrência, alegando, obstáculos com a nova exigência da prefeitura, que quer ônibus com menos de 10 anos de fabricação e o entrave no subsidio prometido.
Um investimento que torna impossivel o serviço, já que a concorrência garante menos de 2 anos de operação, tempo escasso para um retorno financeiro. Antonio Geraldo e Leonil afirmam que o Departamento de trânsito já faz a vistória e a liberação dos veículos e isto é o ideal para garantir a segurança dos usuários. Com este im-passe, está tudo parado, aguardando o bom senso da Prefeitura em liberar a implantação do sistema “circular” para que a população volte a ter seu direito a deslocamentos dentro da zona urbana com conforto e veículos disponibilizados

Nove presos são arrebatados na delegacia de Sengés

Nove presos fugiram da Delegacia de Sengés na noite de sábado. Segundo o delegado Gumercindo Athayde, que está respondendo pela unidade, eles foram arrebatados por um homem armado. Ele rendeu o funcionário público municipal que fazia a guarda da cadeia, por volta das 19 horas. Até a tarde de ontem, nenhum dos detentos havia sido recapturado.

De acordo com o delegado, o homem obrigou o servidor a abrir todas as celas. “Vinte presos não fugiram porque não quiseram”, disse. Conforme a autoridade, as câmeras gravaram imagens da fuga e as investigações sobre o caso já progrediram.

Gumercindo aponta que o local sofre com a falta de estrutura na segurança. “A delegacia era uma casa que depois foi adaptada. O muro é baixo, tem uma grade vagada e fica a dois metros e meio da sala do plantão”, explica.

Além disso, conta o delegado, o funcionário que cuidava da carceragem é cedido pela Prefeitura e não tem porte de arma. “A fuga foi planejada para o dia em que não tivesse investigador”. Ainda de acordo com Gumercindo, a Polícia Militar da cidade também não tem efetivo para dar apoio à guarda externa.

A delegacia de Sengés tem capacidade para oito presos mas estava com 29 no momento da fuga.

domingo, 1 de maio de 2011

TREM DE SONHOS: FILME QUE ATENDE PEDIDO FEITO POR AVÔ MONTENEGRINO, CHEGA AO VALE DO CAÍ



Por: Cleide Fátima – Especial São Paulo – SP
Depois de arrancar aplausos e emocionar expectadores na região Norte do RS, é a vez da Serra Gaúcha e Região Metropolitana ver trem centenário na grande tela. A projeção de Memorável Trem de Ferro, documentário catarinense que resgata a história da Ferrovia SP- RS, está marcada para o início de Maio. Em Salvador do Sul, cidade que dá origem a várias passagens do média metragem, o evento acontece na próxima terça-feira, dia 03. Já a cidade de Montenegro recebe o evento no Teatro Roberto Atayde Cardona, na quinta-feira, dia 05 de Maio.
Muito mais que mera coadjuvante, na esfera ferroviária, Montenegro é tido como pano de fundo para a produção cinematográfica: A cidade que nasceu às margens do rio Caí é a terra natal da maioria dos colonizadores da região catarinense do Vale do Rio do Peixe. Entre centenas de agricultores que trocaram as velhas Colônias Gaúchas pela distante e até então desconhecida Santa Catarina, um nome se sobressai à obra. Trata-se de Batista José de Souza, colonizador que viveu na Zona Rural de Piratuba - SC.
Seu Batista, como era chamado, aparece no início do documentário conversando com os netos. No diálogo o avô pede ao casal de irmãos para que a saga dos imigrantes gaúchos e a história do trem sejam imortalizadas. A produção cinematográfica que vem em seguida é um documentário o qual cumpre a promessa do neto, feita ao avô.
A cena gravada na velha cozinha de madeira é uma dramatização, mas a história é real e emocionante, afirma o diretor Ernoy Mattiello. “Vivi uma infância marcada pelos contos de meu avô, crescemos eu e minha irmã ouvindo aqueles causos, uma emocionante conversa que agora faz parte de um filme”, finaliza.
O filme do gênero documentário tem 52 minutos de duração. Composto por 18 entrevistas, relembra cem anos de histórias sobre trilhos, que saem de Itararé, no interior paulista e se expande por terras gaúchas em cidades como Santa Maria, Salvador do Sul e Montenegro.
A produção também foi exibida recentemente em outro extremo do RS. Em Marcelino Ramos as projeções foram realizadas no Instituto de Educação Marcelino Ramos. O evento, resultado de uma parceria entre os produtores do filme e a Câmara Municipal de Vereadores daquela cidade, mobilizou a comunidade em torno do acontecimento. As projeções começaram no período da manhã para alunos da instituição escolar, ficaram ainda mais emocionantes à noite, com a presença de moradores, ex-ferroviários e autoridades locais.
O filme rodado em película digital, serve-se do que há de mais moderno em câmeras e softwares de última geração. Um documentário com trilha musical de Victor e Hugo e estratégias de marketing apuradas.
O documentário também já tem projeção marcada as cidades de Cruz Alta e Erechim, também no RS. Em Cruz Alta, o evento acontece dia 19 de Maio, no auditório da Unicruz. Já em Erechim o evento é no Centro Cultural 25 de Julho, nos dias 24 e 25 de Maio. O projeto orçado em 200 mil reais, tem como principais patrocinadores a Prefeitura de Piratuba, Secretaria de Turismo de Piratuba – SC, ABPF – Associação Brasileira de Preservação Ferroviária, Faculdade Fafit, Hotel Kirt, além de várias outras empresas privadas.