QUE VENHA UMA GRANDE FESTA, MESMO QUE...
DEPOIS FALTE REMEDIO, MEDICO, MERENDA E ASSISTENCIA.
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
GCM de Itararé prende mais um autor de violência doméstica
Caso ocorreu na área central da cidade
A Guarda Civil Municipal (GCM) de Itararé (SP) prendeu na madrugada de domingo (05) um homem por agressão a ex-esposa.
De acordo com a equipe da GCM, durante policiamento preventivo na praça Francisco Alves Negrão (praça São Pedro), a vítima chegou correndo pedindo socorro. Logo em seguida, informou que havia sido agredida pelo ex-marido, que se aproximou da guarnição tempos depois. A mulher ainda informou que possuía medida protetiva contra o homem, devido há agressões anteriores. O autor foi conduzido ao Plantão Policial onde foi autuado em flagrante por descumprimento de ordem judicial e violência doméstica.
Denúncia - Conforme o comandante da GCM, Jocimar Ribas, casos de violência doméstica podem e devem ser denunciados a Guarda Civil Municipal, através do 199; Polícia Militar, por meio do 190 ou a Central de Atendimento à Mulher, no Disque 180. Todos os telefones estão à disposição 24 horas.
Caso ocorreu na área central da cidade
Itararé conquista três medalhas no Campeonato Paulista Aspirante de Judô
Competição aconteceu na cidade de Tatuí (SP)
Os judocas de Itararé (SP) voltaram com três medalhas do Campeonato Paulista Aspirante de Judô, realizado no último sábado (04), em Tatuí (SP).
No total, mais de 50 esportistas participaram do evento.
Miguel Ruan, 13 anos, e Gabriel Henrique ,17, conquistaram a medalha de prata na categoria masculino. Já no feminino, Emilly Tanaka ,14, ficou em terceiro lugar trazendo a medalha de bronze.
Com a conquista, os atletas ganharam vaga na fase inter-regional que irá acontecer em Osasco (SP). A data ainda não foi definida.
Além das medalhas, os itarareenses receberam um certificado de participação do torneio.
Sengés recebe mais de 4 toneladas de alimentos através do Bazar Moda do Bem
Evento de moda que aconteceu no final de semana, em Curitiba, e arrecadou alimentos não perecíveis.
Parte das doações foram direcionadas às vítimas das chuvas em Sengés. A carga chegou hoje, terça-feira (7) ao município.
Cerca de 6 toneladas foram arrecadadas ao todo. Desse total, 4 toneladas foram destinadas à Sengés
Sengés recebeu nesta terça-feira, 7, mais de 4 toneladas de alimentos não perecíveis para atender às necessidades das vítimas das fortes chuvas da última semana. A carga foi arrecadada pelo Bazar Moda do Bem, evento que aconteceu em Curitiba nos dias 3 e 4 de agosto.
O Bazar Moda do Bem é uma feira de moda que acontece desde 2014 na capital paranaense. A entrada custou R$ 5,00, mais doação de um quilo de alimento não perecível ou ração. Este ano o bazar contou com mais de 70 lojas, e arrecadou, em média, 6 toneladas de alimento, que serão distribuídos entre o município de Sengés e outras intuições.
O Bazar Moda do Bem é uma feira de moda que acontece desde 2014 na capital paranaense. A entrada custou R$ 5,00, mais doação de um quilo de alimento não perecível ou ração. Este ano o bazar contou com mais de 70 lojas, e arrecadou, em média, 6 toneladas de alimento, que serão distribuídos entre o município de Sengés e outras intuições.
Segundo Yannih Tsushima, uma das organizadoras do evento, grande parte da arrecadação foi direcionada à Sengés devido a situação de emergência que vive o município. “Soubemos do que aconteceu na semana passada, em que muitas pessoas perderam tudo. Por esse motivo estamos enviando parte dos alimentos. Quando há situações assim, nós (Bazar Moda do Bem) sempre tentamos ajudar”, conta ela.
Itararé (SP) 125 anos traz 'Estimacão' ao município
Evento, promovido pela TV TEM, acontecerá no dia 26 de agosto
Itararé (SP), irá receber neste mês a primeira edição do ‘Estimacão’. O evento, promovido pela TV TEM, faz parte das comemorações aos 125 anos do município e acontecerá no dia 26 de agosto, das 9h à 13h, na praça Coronel Jordão.
A ação contará com diversas atividades e serviços gratuitos para toda a família. Além disso, o 'Estimacão' oferecerá uma série de serviços para os animais e as famílias, tais como apresentação de cães adestrados, orientação veterinária, adoção de animais e espaço criança.
O concurso de cães, que premia com um troféu em cinco categorias diferentes, também é uma das atrações do evento.
Todas as pessoas que visitarem o evento poderão registrar o momento no ‘Cantinho da Foto’.
A entrada é gratuita, mas os participantes podem contribuir doando um quilo de alimento não perecível (exceto sal e açúcar) durante a campanha Bem Legal.
sábado, 4 de agosto de 2018
Hoje é dia do padre
Oração do Sacerdote
-numa tarde de domingo-
Esta tarde, Senhor, estou sozinho.
Na Igreja, pouco a pouco, os ruídos calaram-se.
Foi-se embora toda a gente,
E eu voltei para casa,
Passo a passo,
Sozinho.
Cruzei-me com gente que voltava de um passeio,
Passei pelo cinema: vomitava uma pequena multidão,
Vagueei ao longo de esplanadas de cafés onde, cansados,
Os domingueiros tudo faziam para esticar um pouco mais a
Alegria de viver um Domingo de festa.
Esbarrei nos miúdos que jogavam à bola na rua.
Os garotos, Senhor!
Os filhos dos outros, que não serão nunca os meus.
E aqui estou, Senhor,
Sozinho!
No silêncio que me dói
Na solidão que me oprime.
Tenho 33 anos, Senhor,
Um corpo feito como os outros corpos,
Braços moços para o trabalho,
Um coração reservado para o amor,
Mas tudo isto Te dei.
É verdade que de tudo precisavas,
Tudo Te dei, Senhor, mas é duro Senhor.
É duro dar o próprio corpo: ele queria dar-se a outro.
É duro amar toda a gente e não possuir ninguém.
É duro apertar a mão sem poder retê-la.
É duro fazer que brote uma afeição, mas para a dar a Ti.
É duro nada ser para mim mesmo,
a fim de ser tudo para eles.
É duro ser como os outros, entre os outros e ser um outro!
É duro dar sem cessar, sem procurar receber.
É duro alguém ir ao encontro dos outros, sem que jamais
alguém venha ao meu encontro.
É duro sofrer os pecados dos outros, sem poder recusar
acolhê-los e carregá-los.
É duro receber os segredos, sem poder compartilhá-los.
É duro arrastar os outros sem cessar e nunca poder, um
instante sequer, deixar-me arrastar pelos outros.
É duro sustentar os fracos sem poder apoiar-me sobre um
forte.
É duro estar sozinho.
Sozinho diante de todos,
Sozinho diante do mundo,
Sozinho diante do sofrimento, do pecado, da morte.
Não estás sozinho, meu Filho,
Estou contigo,
Eu sou teu,
Eu precisava, na verdade,
de uma humanidade a mais para continuar a minha
Encarnação e a minha Redenção.
Desde toda a eternidade, Eu te escolhi.
Eu preciso de ti:
Preciso das tuas mãos para continuara abençoar,
Preciso dos teus lábios para continuar a falar,
Preciso do teu corpo para continuar a sofrer,
Preciso do teu coração para continuar a amar,
Preciso de ti para continuar a salvar.
Fica comigo, meu Filho.
Senhor, eis-me aqui:
Eis o meu corpo,
Eis o meu coração,
Eis a minha alma.
Fazei-me bastante grande para atingir o mundo,
Bastante forte para carregar com ele,
Bastante puro para o abraçar, sem querer guardá-lo.
Fazei que eu seja um ponto de encontro, sim, mas ponto de passagem.
Caminho que não pende para si próprio,
porque nele não há nada de humano a encontrar, nada que não conduza a Ti.
Esta tarde, Senhor, enquanto tudo em volta está em silêncio,
dentro do meu coração sinto morder duramente a solidão.
Enquanto o meu coração uiva longamente a fome de prazer,
enquanto os homens me devoram a alma
e eu me sinto impotente para a saciar,
Enquanto sobre os meus ombros pesa o Mundo inteiro,
com todo o seu peso de miséria e pecado,
eu repito o meu Sim.
Não às gargalhadas, mas lentamente, lucidamente,
humildemente.
Sozinho, Senhor, sob o Teu olhar,
Na paz da tarde...
(in Poemas para rezar, de Michel Quoist)
-numa tarde de domingo-
Esta tarde, Senhor, estou sozinho.
Na Igreja, pouco a pouco, os ruídos calaram-se.
Foi-se embora toda a gente,
E eu voltei para casa,
Passo a passo,
Sozinho.
Cruzei-me com gente que voltava de um passeio,
Passei pelo cinema: vomitava uma pequena multidão,
Vagueei ao longo de esplanadas de cafés onde, cansados,
Os domingueiros tudo faziam para esticar um pouco mais a
Alegria de viver um Domingo de festa.
Esbarrei nos miúdos que jogavam à bola na rua.
Os garotos, Senhor!
Os filhos dos outros, que não serão nunca os meus.
E aqui estou, Senhor,
Sozinho!
No silêncio que me dói
Na solidão que me oprime.
Tenho 33 anos, Senhor,
Um corpo feito como os outros corpos,
Braços moços para o trabalho,
Um coração reservado para o amor,
Mas tudo isto Te dei.
É verdade que de tudo precisavas,
Tudo Te dei, Senhor, mas é duro Senhor.
É duro dar o próprio corpo: ele queria dar-se a outro.
É duro amar toda a gente e não possuir ninguém.
É duro apertar a mão sem poder retê-la.
É duro fazer que brote uma afeição, mas para a dar a Ti.
É duro nada ser para mim mesmo,
a fim de ser tudo para eles.
É duro ser como os outros, entre os outros e ser um outro!
É duro dar sem cessar, sem procurar receber.
É duro alguém ir ao encontro dos outros, sem que jamais
alguém venha ao meu encontro.
É duro sofrer os pecados dos outros, sem poder recusar
acolhê-los e carregá-los.
É duro receber os segredos, sem poder compartilhá-los.
É duro arrastar os outros sem cessar e nunca poder, um
instante sequer, deixar-me arrastar pelos outros.
É duro sustentar os fracos sem poder apoiar-me sobre um
forte.
É duro estar sozinho.
Sozinho diante de todos,
Sozinho diante do mundo,
Sozinho diante do sofrimento, do pecado, da morte.
Não estás sozinho, meu Filho,
Estou contigo,
Eu sou teu,
Eu precisava, na verdade,
de uma humanidade a mais para continuar a minha
Encarnação e a minha Redenção.
Desde toda a eternidade, Eu te escolhi.
Eu preciso de ti:
Preciso das tuas mãos para continuara abençoar,
Preciso dos teus lábios para continuar a falar,
Preciso do teu corpo para continuar a sofrer,
Preciso do teu coração para continuar a amar,
Preciso de ti para continuar a salvar.
Fica comigo, meu Filho.
Senhor, eis-me aqui:
Eis o meu corpo,
Eis o meu coração,
Eis a minha alma.
Fazei-me bastante grande para atingir o mundo,
Bastante forte para carregar com ele,
Bastante puro para o abraçar, sem querer guardá-lo.
Fazei que eu seja um ponto de encontro, sim, mas ponto de passagem.
Caminho que não pende para si próprio,
porque nele não há nada de humano a encontrar, nada que não conduza a Ti.
Esta tarde, Senhor, enquanto tudo em volta está em silêncio,
dentro do meu coração sinto morder duramente a solidão.
Enquanto o meu coração uiva longamente a fome de prazer,
enquanto os homens me devoram a alma
e eu me sinto impotente para a saciar,
Enquanto sobre os meus ombros pesa o Mundo inteiro,
com todo o seu peso de miséria e pecado,
eu repito o meu Sim.
Não às gargalhadas, mas lentamente, lucidamente,
humildemente.
Sozinho, Senhor, sob o Teu olhar,
Na paz da tarde...
(in Poemas para rezar, de Michel Quoist)
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