sábado, 29 de maio de 2010

PF inaugura delegacia em Ponta Grossa

A nova sede policial, com cerca de 1,5 mil metros quadrados, vai funcionar em um prédio no Centro da cidade, onde estava instalado anteriormente o Núcleo Regional de Educação. O local ainda não possui carceragem. A PF espera fechar uma parceria com o governo do Paraná para que os detentos possam ser encaminhados para presídios estaduais. O número de agentes federais que vão trabalhar em Ponta Grossa não foi divulgado por questões de segurança.
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Para o presidente do Sindicato Estadual dos Policiais Federais (Sinpef-PR), Silvio Fernandes Jardim, a instalação da delegacia nos Campos Gerais era necessária e atende a uma reivindicação antiga dos moradores da cidade. “O Paraná é um estado referência onde são realizadas muitas operações. Por isso, a atuação da PF tem que se fortalecer no estado”, afirma.

O delegado Jonathan Trevisan Júnior foi escolhido para chefiar a unidade de Ponta Grossa.

As outras oito unidades da PF no Paraná estão instaladas em Curitiba, Cascavel, Guaíra, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Guarapuava e Paranaguá.

Serviços

Além do combate ao tráfico de drogas, contrabando e descaminho, a Polícia Federal também trabalha no atendimento a estrangeiros; emissões e retiradas de passaportes; emissão de certidão de antecedentes criminais; obtenção e renovação de porte de arma de fogo e fiscalização em empresas de segurança privada, bancos e produtos químicos.

FESTA TROPEIRA EM SOROCABA EXPLODE NESTE FINAL DE SEMANA


Há mais de 50 anos, eles “batem o pé” nas festas e eventos voltados à preservação da cultura tropeira. Sempre que convidados, chegam em comitiva para dançar o “fandango de chilenas”, como era chamada a dança praticada pelos tropeiros nos intervalos das viagens. Atração da edição deste ano da Semana do Tropeiro, o grupo “Fandango de Chilenas dos Irmãos Lara”, de Capela do Alto, apresenta-se neste sábado (29), às 18h, no Parque Natural “Chico Mendes” (na avenida Três de Março).


Como o próprio nome indica, a formação reúne pessoas da mesma família que seguem a tradição dos antepassados. Dos cerca de 20 integrantes, apenas um não tem o sobrenome Lara. “Em compensação é do mesmo sangue”, diz Vicente Lara, filho de Francisco Lara, atualmente com 79 anos. O grupo teve sua origem nas pousadas dos tropeiros que passavam por Capela do Alto levando tropas e mercadorias trazidas do sul do País, para serem comercializadas nas feiras de Sorocaba.


Desde que se entendem por gente, os Lara convivem com o fandango. “É coisa passada de avô para pai, de pai para filho”, contou ao Mais Cruzeiro. Os capelenses fizeram o caminho inverso: aprenderam primeiro com a prática para, depois, receberem noções teóricas. "Tudo o que a gente sabe é resultado do que vimos o pai fazer. O som da viola, os passos, os movimentos, a linguagem, tudo nos foi passado no convívio familiar.”


O fandango de chilena, ele conta, é o nome da dança que incorpora elementos de sapateado; já chilena é a espora da bota. Ao contrário de outras expressões como a catira, no fandango os participantes não cantam e nem fazem par uns com os outros: “Na catira se dança de frente; no fandango a gente fica numa roda”. Cada apresentação dura em média 35 minutos e dela só participam homens. As mulheres até já chegaram a ser proibidas de dançar, porque consideravam o fandango uma expressão profana. Hoje, no entanto, esse tabu caiu.


Vicente diz que o traje utilizado nas apresentação não tem nada de estilizado. “Os tropeiros usavam roupas mais rústicas, mas nós optamos por vestir algo mais condizente com o a proposta do espetáculo. Não é nada americanizado, como dizem alguns.” O grupo já está em sua quarta geração e gravou, em 2007, um DVD resultado de projeto aprovado pela Secretaria de Cultura do Estado. Os Irmãos Lara já se apresentaram no Sesc e outros espaços. “Sorocaba é o nossa berço”, diz Vicente e completa: “Aí, a gente se sente à vontade, respira o mesmo ar, mantém viva a tradição tropeira”.


Programação


A programação da 43ª Semana do Tropeiro de Sorocaba termina domingo (30) com o desfile que sai, às 9h, do Parque Natural Chico Mendes, percorre ruas da cidade, e volta ao ponto de origem. A agenda de hoje será aberta às 11h, na Biblioteca Infantil, com show do Grupo de Dança Biriva “Luiz Antonio Alves” - Centro de Tradição Gaúcha “Ginetes da Tradição de Caxias do Sul”.


Paralelamente, ocorrem intervenções artísticas no Parque Natural Chico Mendes. Às 10h30, no espaço, acontece a apresentação da Orquestra de Viola Tropeira de Sorocaba, sob a regência de Ricardo Anastácio. Às 13h30, CTG Fronteira Aberta apresenta danças tradicionais gaúchas, malambo e chula. Às 17h, acontece o show do gaiteiro Paulo Mota. Às 19h, o Grupo de Dança Biriva repete a performance no Parque. Às 20h, o recado fica por conta da dupla Rodrigo Freitas & Xavier.


No domingo, além do desfile estão programados shows como os de Juliano Reis e Banda, às 13h30, de Gil Wagner (14h30), moda de viola, além a exposição montada no Casarão de Brigadeiro Tobias, que pode ser visitada das 9h às 16h.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

AMBULANCIAS DADAS EM TATUI FORAM PRESENTES DE GREGO?

No último dia 25 de março o presidente Lula esteve em Tatuí, e lá fez a entrega simbólica de 650 ambulâncias para 573 municípios brasileiros. A cerimônia foi essencialmente política, pois os veículos são destinados ao SAMU, ou seja, os serviços de atendimento médico de urgência.

Acontece que a maior parte dos municípios contemplados não tem este serviço implantado, e nem mesmo tem verba prevista em seus orçamentos. Custa caro montar toda esta estrutura. As ambulâncias são a parte visível do negócio, mas é necessário aparelhá-las com equipamentos de UTI, de pessoal de apoio bem treinado, de médicos especializados principalmente. E isto tem que funcionar 24 horas por dia, pois emergência não tem hora.

Ou seja, ou a maioria das ambulâncias vai ter outro destino, ou vão virar sucata logo.

Como costuma fazer, o presidente Lula faz seus “discursos” de improviso, que sempre buscam contentar a platéia presente, e exagera nas frases feitas e cheias de pompa sobre os mais variados temas. Diga-se de passagem, normalmente o presidente não sabe nada sobre o que está falando, e suas gafes já são sobejamente conhecidas e divulgadas mundo afora. Nesta cerimônia em Tatuí, o presidente Lula foi extremamente infeliz com algumas de suas colocações.

Segundo o presidente da Associação Médica Brasileira, Lula teve “outro rompante de incontinência verbal”. Mais uma vez, culpou os médicos para os problemas de saúde que o Brasil enfrenta há décadas. Disse que a classe médica não se interessa em atender o interior, “pois é muito fácil ser médico na Avenida Paulista”, segundo suas palavras.

Depois, mandou um recado ao Conselho Federal de Medicina, por este ser contra a revalidação automática dos diplomas dos médicos formados em Cuba. E ainda criticou aqueles que são contra a volta de um imposto para melhorar a saúde.

E por fim, ainda criticou o médico que no passado cuidou dele próprio, ao sofrer o acidente de “trabalho” que lhe amputou o dedo. Ou seja, versou sobre tudo o que finge saber.

Como em todos os “discursos”, Lula fala o que lhe dá na telha, e nem se preocupa mais em ter coerência. Deve acreditar que somos todos burros, pois quanto mais fala, mais sua popularidade “aumenta”, segundo as informações “oficiais”. Mas para os que ainda tem paciência de ouví-lo, basta acompanhá-lo por algumas semanas. A opinião ora é uma, ora é outra. Depende da platéia. Como estamos numa democracia, livre “como nunca se viu na história deste país”, também tenho o direito de opinar.

O que o senhor presidente não disse (ou não sabe) é que é impossível à imensa maioria dos médicos montar um consultório na Avenida Paulista, um dos locais mais caros do país, principalmente se trabalhar no serviço público, onde recebe um salário de fome, não tem um plano de carreira decente e não encontra condições dignas de trabalho. Aparelhos defasados, funcionários insuficientes para o apoio (enfermagem, técnicos diversos), filas para marcação de exames, falhas em tratamento de doenças básicas. Se em São Paulo , que é a locomotiva da nação, é assim, o que dizer do restante do país? Há dezenas de crianças morrendo em pseudo-UTIs em hospitais públicos por aí. A sigla deveria ser Última Tentativa Inútil e não unidade de terapia intensiva. Intensivas são só as mortes nestes nosocômios.

Não disse o presidente (ou não sabe) que médico nenhum consegue trabalhar no interior sozinho. A não ser que seja para distribuir “vale-saúde”, a exemplo dos inúmeros outros que ele criou. Pois tratar e cuidar de alguém sem apoio, sem retaguarda e sem condições, só na cabeça dele.

Quanto aos médicos de Cuba, formados em uma realidade totalmente diferente da nossa, eles podem sim trabalhar no Brasil. Como qualquer outro, formado em qualquer lugar do mundo, que se submeta às avaliações necessárias e sejam aprovados. Desde que saibam Medicina. E o Conselho Federal de Medicina, autarquia federal, é o órgão definido por lei para avaliá-los. O que o senhor presidente quis dizer (mas não teve coragem) é que quer fazer um agrado ao moribundo amigo Fidel, valorizando escolas falidas e que pregam uma falsa “medicina social”.

Faltou falar sobre o assunto referente ao médico que o atendeu quando sofreu seu acidente de “trabalho”. Talvez seu dedo pudesse ser salvo, senhor presidente, se existisse na ocasião um atendimento decente em posto de saúde, unidades de emergência bem aparelhadas, um profissional médico bem preparado, com boa formação. Isso se o “SUS” da época funcionasse. Isso se um médico que atende “SUS” ganhasse um honorário, e não uns trocos.

Pois a CPMF, que geraria verba destinada ao “SUS” do seu governo, virou dinheiro nas meias, cuecas e malas pretas na sua gestão. E até hoje o “SUS” não funciona de forma decente!

E o senhor ainda quer recriar mais um imposto, para continuar alimentando as falcatruas? Senhor presidente, com o perdão da palavra, estou com o “saco cheio” do senhor e de seus “discursos”.

Se o senhor sofresse um novo acidente de “trabalho” e fosse eu o médico que lhe atendesse, cortaria-lhe a língua, e não o dedo.

E faria um bem ao país, pois cada vez que o senhor abre a boca, não causa um acidente. Causa um desastre.

Luiz Ricardo Menezes Bastos, médico,

presidente da Associação Paulista de Medicina, Regional de Limeira

CONFUSÃO EM NOTICIAS GERA CAOS

Enquanto matéria inserida no jornal GAZETA DO POVO, dá conta de nova interdição na PR 151 entre as cidades de Itararé e Sengés, por conta de chuvas que destruiram os desvios provisórios, da região, tomamos conhecimento que o tráfego flui normalmente na estrada.
Por via das dúvidas, motoristas que devem adotar este roteiro deve se informar destas condições antes da viagem.

NOVA INTERDIÇÁO NA ESTRADA DE SENGÉS

A PR-151, que liga Sengés, no Norte Pioneiro, a São Paulo, deve permanecer interditada por mais 60 dias. As fortes chuvas de janeiro estouraram uma galeria subterrânea e um buraco de 50 metros se abriu na pista. De acordo com o telejornal Bom Dia Paraná, da RPCTV, desde o dia 29 de janeiro, é preciso usar o desvio para chegar a cidade.

Há um mês operários já trabalham no local. A concessionária que administra o trecho da rodovia contratou cinco empresas para fazer as obras, inclusive a recuperação de alguns morros que deslizaram. O custo total deve chegar a R$ 15 milhões. A previsão é que nos próximos 60 dias os trabalhos estejam concluídos.

O município ficou isolado por 14 dias, porque outro buraco se abriu do outro lado da rodovia. A situação foi a mesma: com as chuvas, o volume de água do riacho aumentou e a galeria não foi suficiente para a quantidade de água. Para evitar outros rompimentos, os engenheiros resolveram aumentar a capacidade de evasão. Serão dois tubos com três metros de altura e dois metros de largura.

sábado, 22 de maio de 2010

Tropeada resgata cultura tropeira na região

Na abertura da quinta tropeada, teve apresentação de danças tradicionais gaúchas
Um passeio de dez dias e mais de trezentos quilômetros de estrada. Uma tradição da região que, em Itararé, resgata a cultura tropeira. Enquanto a música sertaneja toca, o pessoal faz o prato. No cardápio tem comida tropeira: lingüiça e arroz. A cozinheira garante: preparou mais de oitenta quilos de comida.
Na abertura da quinta tropeada, teve apresentação de danças tradicionais gaúchas. Influência dos tropeiros na região. A saída foi em Itararé e a chegada a Sorocaba.Um grupo de Tatuí já participou de outras edições e o pique, eles garantem, continua o mesmo.
Nesta manhã, os cavaleiros saíram de Itararé com destino a Itaberá aonde será servido um jantar e os participantes irão dormir em uma fazenda. No sábado eles seguem para Itapeva