Deputado atende pedido do Prefeito e destina equipamentos para a Santa Casa
Na segunda-feira (26), o prefeito Cesar Perucio, o Secretário Municipal de Saúde, Luiz Alberto M. Guimarães e o interventor da Santa Casa, Diógenes Lopes Machado receberam na Santa Casa os equipamentos adquiridos através de uma emenda do Deputado João Caramez (PSDB).
I recurso de R$ 125 mil, agilizou a compra de diversos equipamentos, entre eles um amnioscópio, um aparelho de ventilação mecânica para recém-nascidos, balança eletrônica, cardiotocógrafo, carrinho de emergência para reanimação neonatal, incubadora, incubadora de transporte, monitor cardíaco e oxímetro de pulso.
“Todos estes equipamentos serão utilizados na área Materno Infantil da Santa Casa, dando condições a um atendimento ainda melhor aos pacientes de Itararé e região”, disse o secretário, Luiz Alberto
Para Diógenes Lopes, estas aquisições vieram em boa hora, até porque, este tipo de equipamento não existia e a partir de agora trarão uma qualidade maior no atendimento dos recém-nascidos.
O prefeito Cesar Perucio, argumentou “isto demonstra que o nosso trabalho continua e que estamos, mesmo com toda a politicagem que infelizmente tomou conta do município, procurando recursos nas esferas Estadual e Federal e muito mais investimentos iremos conseguir para o nosso povo. Só que precisamos de tempo para concentrar nossos esforços no trabalho sério que sempre fizemos”. finalizou o prefeito.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
MORRE INVENTOR DO MARCAPASSO
O homem que inventou o marcapasso há mais de meio século, o americano Wilson Greatbatch, morreu nesta terça-feira (27) na cidade de Buffalo, em Nova York, aos 92 anos.
Thomas J. Hook, presidente da companhia Greatbatch Inc., fundada pelo inventor, emitiu um comunicado para informar de sua morte, que aconteceu no centro assistencial onde viveu nos últimos anos.
Engenheiro de formação, Greatbatch recebeu ao longo de sua vida mais de 150 patentes, entre elas a do marcapasso, que foi implantado pela primeira vez com sucesso em um ser humano no início da década de 1960.
Em 1970, fundou a empresa Wilson Greatbatch Ltd., chamada agora Greatbatch Inc., para fabricar baterias para os marcapassos.
Marcapasso é um dispositivo de aplicação médica que tem o objetivo de regular os batimentos cardíacos.
Isto é conseguido através de um estímulo elétrico emitido pelo dispositivo quando o número de batimentos em um certo intervalo de tempo está abaixo do normal, por algum problema na condução do estímulo natural do coração pelo seus tecidos antes de atingir os ventrículos.
Os primeiros aparelhos marca-passo eram externos e de certa forma perigosos pois poderiam potencialmente eletrocutar seu portador. Atualmente o tamanho do aparelho foi reduzido e pode ser implantado no corpo do paciente pois é selado hermeticamente numa cápsula de metal e possui pilhas recarregáveis através de terminais externos.
Sua cápsula externa em geral é feita de titânio por ser um material fisiologicamente inerte, o que reduz o risco de rejeição pelo sistema imunológico.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
TSE concede registro e PSD poderá disputar eleições em 2012

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu nesta terça-feira (27) registro ao Partido Social Democrático, idealizado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o que permitirá à nova sigla disputar as eleições municipais do ano que vem.
Em uma rápida votação, a decisão foi tomada por 6 votos a 1 e coloca ponto final, ao menos no âmbito da Justiça Eleitoral, a um processo marcado por suspeitas --levantadas pelo DEM-- sobre a legitimidade de assinaturas colhidas para o pedido de registro e contestações sobre o nome do novo partido, já que uma legenda homônima foi incorporada pelo PTB em 2002.
A relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, considerou que o partido provou ter conseguido mais que as cerca de 491 mil assinaturas exigidas por lei, e foi acompanhada por cinco ministros: Marcelo Ribeiro, Teori Zavascki, Arnaldo Versiani, Cármen Lúcia e o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski.
-"Eu analisei de maneira individual todas as certidões dos cartórios eleitorais e dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais)", afirmou a relatora na quinta-feira sobre os documentos apresentados pela legenda ao TSE.
-"Eu julgo improcedentes as impugnações e defiro o pedido de registro do Partido Social Democrático (PSD)", afirmou ela, referindo-se a pedidos de impugnação do registro feitos pelo DEM e pelo PTB.
Apenas o ministro Marco Aurélio Mello, dos sete integrantes do tribunal, votou contra.-"Aprendi desde cedo que é muito difícil consertar o que começa errado e sempre tive presente que no Direito, com princípios, institutos, o meio justifica o fim, mas não o fim ao meio e que a segurança jurídica é o preço módico que pagamos inclusive para viver em um Estado democrático de direito", disse o ministro durante o voto, questionando a forma com que foi criada a nova sigla.
O Ministério Público Eleitoral também se manifestou contra o registro da legenda por conta das suspeitas em relação à coleta de assinaturas. Segundo a assessoria de imprensa do DEM, o partido deve questionar no Supremo Tribunal Federal a forma como o registro ao PSD foi concedido.
Em Itararé o partido está organizado pelo Mané Carneiro e dará apoio eleitoral ao candidato à Prefeito Jose Eduardo Ferreira do PMDB.
Prefeitura e Educandário chegam a um acordo
Na última sexta-feira (23), numa reunião no gabinete do prefeito Luiz Cesar Perucio, a Diretoria do Educandário São Vicente de Paulo, a vereadora Cristina Magno Ghizzi, a Secretária Municipal de Assistência Social, a Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social e uma comissão formada por pais das crianças que freqüentam a entidade, discutiram sobre a questão da redução da subvenção repassada pela Prefeitura Municipal à referida entidade.
Segundo a Secretária Municipal de Assistência Social, Luciana Perucio Silva de Oliveira, a Política de Assistência Social vem se reestruturando desde 1993, quando aprovada a Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), sendo alterada pela Lei nº 12.435, de 06 de Julho de 2011, que dispõe sobre a Organização da Assistência Social, após a aprovação do Sistema Único de Assistência Social.
Junto com a LOAS temos a Política Nacional de Assistência Social, a Norma Operacional Básica – NOB/SUAS, a NOB/SUAS-RH e a Tipificação Nacional de Serviços Socio assistenciais – Resolução nº 109, de 11 de Novembro de 2009; além de outras Resoluções e Decretos do Conselho Nacional de Assistência Social.
Diante de todas as Leis, Resoluções e Decretos a Política de Assistência Social e assim sendo todos os que prestam serviços dentro dessa Política, seja rede pública ou privada (aqui se enquadra as Entidades Sociais inscritas no Conselho Municipal de Assistência Social) devem ir se adequando às novas exigências, tendo o prazo limite para adequação quanto a recursos humanos (equipes de referência), espaço físico, recursos materiais até 2013; porém a adequação dos serviços de acordo com as Proteções (Básica, Especial de Média e Alta Complexidade) deveria estar em consonância ao que pede a Resolução nº 109, ou seja, a Tipificação dos Serviços Socio assistenciais desde 2010.
Lembra a Secretária de Assistência Social, que na data de 23 de março de 2011, devido às “angústias” quanto às mudanças necessárias, foi realizado o 1º Fórum Municipal de Assistência Social, com a presença do Sr. Renato Saidel, Conselheiro Nacional de Assistência Social, para esclarecer a todos nós, poder público e sociedade civil (entidades sociais) quanto às exigências contidas na Resolução 109, deixando claro que haveria prazos para que todos pudessem até 2013 estar totalmente adequados às novas mudanças.
Esclarece ainda que posterior a este encontro chamou a diretoria do Educandário São Vicente de Paulo para que pudessem iniciar as alterações cabíveis, sendo a primeira, a escolha de qual serviço sócio assistencial o Educandário iria executar, visto que desenvolviam duas ações em proteções diferenciadas: a 1ª sendo o Projeto Acreditando no Futuro da Criança, o qual se enquadra na Proteção Social Básica e atende crianças e adolescentes de 6 a 15 anos em contra-turno escolar e a 2ª a Casa Abrigo, que se enquadra na Proteção Social Especial de Alta Complexidade, atendendo crianças e adolescentes em situação de acolhimento provisório e excepcional, sob medida de proteção (Art. 98 do ECA).
Salientou que o recurso de subvenção destinado ao Educandário era de um único valor, ou seja, R$ 30 mil, o qual atendia os dois serviços e que não era uma situação legal, visto que cada proteção deve ser independente tanto em sua execução quanto na previsão orçamentária.
Dessa forma em uma segunda reunião a diretoria e coordenação do Educandário escolheram executar o serviço com crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, integrante da proteção social básica. Assim colocaram que possivelmente seria necessário desvincular alguns funcionários e como o serviço de abrigo passou para a responsabilidade da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, um reordenamento financeiro foi necessário, para que pudéssemos assumir tanto o Serviço da Casa Abrigo, quanto ao da Casa de Passagem que atende os moradores de rua e migrantes. Com isso a subvenção ao Educandário caiu para R$ 22 mil/mês.
Segundo a coordenação da entidade, o valor não seria o suficiente para a manutenção do serviço e para o pagamento dos 22 funcionários que a entidade possui, alegando a necessidade de paralisar as ações.
Segundo a Secretária Municipal de Assistência Social, Luciana Perucio Silva de Oliveira, “Em momento algum houve a intenção por parte da Prefeitura e do prefeito Cesar Perucio em fechar o Educandário. Houve sim um ajuste financeiro para que também a Secretaria Municipal de Assistência Social pudesse desenvolver suas ações com qualidade, como busca fazê-lo em relação a todos os programas e projetos que executa”. No dia 21 passado quando soubemos que a diretoria da referida entidade havia procurado o Secretário de Finanças expondo suas dificuldades, solicitamos uma reunião na data de 23 de Setembro para que juntos pudéssemos chegar a um denominador comum, não prejudicando nenhum serviço, pois o importante é o atendimento de qualidade à população que dele precisa.
Assim sendo, na ocasião da reunião as dúvidas foram esclarecidas e foi proposto um novo acordo financeiro para o término do ano. Contudo, mesmo diante do acordo firmado nesta reunião, o Educandário e as demais Entidades Sociais, que venham a requerer ou receber subvenção municipal da assistência social, terá que apresentar um plano de trabalho para 2012, baseado nas deliberações a nível nacional, bem como pela resolução do Conselho Municipal de Assistência Social nº 06 de 13 de Setembro de 2011, que estabelece as normas para as entidades sociais executarem as ações e assim receberem subvenção municipal.
Segundo o Secretário de Finanças, Adilson Antônio Meneguela, as entidades subsidiadas pela Prefeitura, neste governo tiveram aumento considerável nos recursos repassados, sabendo que 7,76% do orçamento total do município, num valor total de R$ 5.409.000,00 são destinados às Entidades Sociais como um todo e que 33,27% do orçamento da Assistência Social, num total de R$ 982.550,00, são destinados para as subvenções das entidades sociais: Educandário São Vicente de Paulo, APAE, Guarda Mirim e Lar São Vicente de Paulo. Esclarecemos que não são todas as entidades que recebem recurso oriundo da assistência social, devido aos serviços serem das áreas de saúde, educação, agricultura, cultura, e esporte.
Enquanto Secretária Municipal de Assistência Social a secretária Luciana deixou claro que está à disposição para esclarecimentos e que como gestora da Política de Assistência Social tem o dever de atender a todos que necessitam dos serviços sócio assistenciais e principalmente o de zelar pela qualidade dos mesmos, bem como de fazer com que a Política de Assistência Social chegue a quem dela necessita. “Temos consciência de que os recursos são escassos e que não é mais possível utilizá-los sem seguir as normas estabelecidas, ou seja, os recursos da assistência social devem ser utilizados para custeio dos serviços sócio assistenciais, pagamento da equipe de referência e funcionários destinados a execução direta desses serviços, como também as entidades devem ter consciência de que o Município, Estado e União não podem e mesmo não conseguem custear integralmente um único serviço, sendo necessária a contrapartida das Entidades Sociais; também não podendo existir disparidades salariais ou qualquer outra forma de descomprometimento no que exigem as Leis de Assistência Social” enfatizou Luciana e completou dizendo “a Assistência Social hoje não aceita mais o clientelismo e nosso trabalho deve visar um atendimento global, ou seja, atender com prioridade a família e seus dependentes, a criança e adolescente, o idoso, a pessoa com deficiência, priorizando aqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade e risco social. Esclarecemos ainda que se por algum motivo um serviço executado pela sociedade civil, deixar de fazê-lo será nosso dever atender a população que dele participava de forma qualitativa”, finalizou a secretária.
Segundo a Secretária Municipal de Assistência Social, Luciana Perucio Silva de Oliveira, a Política de Assistência Social vem se reestruturando desde 1993, quando aprovada a Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), sendo alterada pela Lei nº 12.435, de 06 de Julho de 2011, que dispõe sobre a Organização da Assistência Social, após a aprovação do Sistema Único de Assistência Social.
Junto com a LOAS temos a Política Nacional de Assistência Social, a Norma Operacional Básica – NOB/SUAS, a NOB/SUAS-RH e a Tipificação Nacional de Serviços Socio assistenciais – Resolução nº 109, de 11 de Novembro de 2009; além de outras Resoluções e Decretos do Conselho Nacional de Assistência Social.
Diante de todas as Leis, Resoluções e Decretos a Política de Assistência Social e assim sendo todos os que prestam serviços dentro dessa Política, seja rede pública ou privada (aqui se enquadra as Entidades Sociais inscritas no Conselho Municipal de Assistência Social) devem ir se adequando às novas exigências, tendo o prazo limite para adequação quanto a recursos humanos (equipes de referência), espaço físico, recursos materiais até 2013; porém a adequação dos serviços de acordo com as Proteções (Básica, Especial de Média e Alta Complexidade) deveria estar em consonância ao que pede a Resolução nº 109, ou seja, a Tipificação dos Serviços Socio assistenciais desde 2010.
Lembra a Secretária de Assistência Social, que na data de 23 de março de 2011, devido às “angústias” quanto às mudanças necessárias, foi realizado o 1º Fórum Municipal de Assistência Social, com a presença do Sr. Renato Saidel, Conselheiro Nacional de Assistência Social, para esclarecer a todos nós, poder público e sociedade civil (entidades sociais) quanto às exigências contidas na Resolução 109, deixando claro que haveria prazos para que todos pudessem até 2013 estar totalmente adequados às novas mudanças.
Esclarece ainda que posterior a este encontro chamou a diretoria do Educandário São Vicente de Paulo para que pudessem iniciar as alterações cabíveis, sendo a primeira, a escolha de qual serviço sócio assistencial o Educandário iria executar, visto que desenvolviam duas ações em proteções diferenciadas: a 1ª sendo o Projeto Acreditando no Futuro da Criança, o qual se enquadra na Proteção Social Básica e atende crianças e adolescentes de 6 a 15 anos em contra-turno escolar e a 2ª a Casa Abrigo, que se enquadra na Proteção Social Especial de Alta Complexidade, atendendo crianças e adolescentes em situação de acolhimento provisório e excepcional, sob medida de proteção (Art. 98 do ECA).
Salientou que o recurso de subvenção destinado ao Educandário era de um único valor, ou seja, R$ 30 mil, o qual atendia os dois serviços e que não era uma situação legal, visto que cada proteção deve ser independente tanto em sua execução quanto na previsão orçamentária.
Dessa forma em uma segunda reunião a diretoria e coordenação do Educandário escolheram executar o serviço com crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, integrante da proteção social básica. Assim colocaram que possivelmente seria necessário desvincular alguns funcionários e como o serviço de abrigo passou para a responsabilidade da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, um reordenamento financeiro foi necessário, para que pudéssemos assumir tanto o Serviço da Casa Abrigo, quanto ao da Casa de Passagem que atende os moradores de rua e migrantes. Com isso a subvenção ao Educandário caiu para R$ 22 mil/mês.
Segundo a coordenação da entidade, o valor não seria o suficiente para a manutenção do serviço e para o pagamento dos 22 funcionários que a entidade possui, alegando a necessidade de paralisar as ações.
Segundo a Secretária Municipal de Assistência Social, Luciana Perucio Silva de Oliveira, “Em momento algum houve a intenção por parte da Prefeitura e do prefeito Cesar Perucio em fechar o Educandário. Houve sim um ajuste financeiro para que também a Secretaria Municipal de Assistência Social pudesse desenvolver suas ações com qualidade, como busca fazê-lo em relação a todos os programas e projetos que executa”. No dia 21 passado quando soubemos que a diretoria da referida entidade havia procurado o Secretário de Finanças expondo suas dificuldades, solicitamos uma reunião na data de 23 de Setembro para que juntos pudéssemos chegar a um denominador comum, não prejudicando nenhum serviço, pois o importante é o atendimento de qualidade à população que dele precisa.
Assim sendo, na ocasião da reunião as dúvidas foram esclarecidas e foi proposto um novo acordo financeiro para o término do ano. Contudo, mesmo diante do acordo firmado nesta reunião, o Educandário e as demais Entidades Sociais, que venham a requerer ou receber subvenção municipal da assistência social, terá que apresentar um plano de trabalho para 2012, baseado nas deliberações a nível nacional, bem como pela resolução do Conselho Municipal de Assistência Social nº 06 de 13 de Setembro de 2011, que estabelece as normas para as entidades sociais executarem as ações e assim receberem subvenção municipal.
Segundo o Secretário de Finanças, Adilson Antônio Meneguela, as entidades subsidiadas pela Prefeitura, neste governo tiveram aumento considerável nos recursos repassados, sabendo que 7,76% do orçamento total do município, num valor total de R$ 5.409.000,00 são destinados às Entidades Sociais como um todo e que 33,27% do orçamento da Assistência Social, num total de R$ 982.550,00, são destinados para as subvenções das entidades sociais: Educandário São Vicente de Paulo, APAE, Guarda Mirim e Lar São Vicente de Paulo. Esclarecemos que não são todas as entidades que recebem recurso oriundo da assistência social, devido aos serviços serem das áreas de saúde, educação, agricultura, cultura, e esporte.
Enquanto Secretária Municipal de Assistência Social a secretária Luciana deixou claro que está à disposição para esclarecimentos e que como gestora da Política de Assistência Social tem o dever de atender a todos que necessitam dos serviços sócio assistenciais e principalmente o de zelar pela qualidade dos mesmos, bem como de fazer com que a Política de Assistência Social chegue a quem dela necessita. “Temos consciência de que os recursos são escassos e que não é mais possível utilizá-los sem seguir as normas estabelecidas, ou seja, os recursos da assistência social devem ser utilizados para custeio dos serviços sócio assistenciais, pagamento da equipe de referência e funcionários destinados a execução direta desses serviços, como também as entidades devem ter consciência de que o Município, Estado e União não podem e mesmo não conseguem custear integralmente um único serviço, sendo necessária a contrapartida das Entidades Sociais; também não podendo existir disparidades salariais ou qualquer outra forma de descomprometimento no que exigem as Leis de Assistência Social” enfatizou Luciana e completou dizendo “a Assistência Social hoje não aceita mais o clientelismo e nosso trabalho deve visar um atendimento global, ou seja, atender com prioridade a família e seus dependentes, a criança e adolescente, o idoso, a pessoa com deficiência, priorizando aqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade e risco social. Esclarecemos ainda que se por algum motivo um serviço executado pela sociedade civil, deixar de fazê-lo será nosso dever atender a população que dele participava de forma qualitativa”, finalizou a secretária.
Dia da Criança será comemorado com movimentação esportivas, brincadeiras e palhaço na praça.
O próximo dia 12 de outubro será o dia das crianças e será comemorado com várias atividades na Praça São Pedro.
Todo ano, a Prefeitura de Itararé prepara alguma ação para comemorar o dia das crianças, sempre buscando envolvê-las de alguma forma na programação, objetivando marcar a importante data com muita alegria e descontração, além de propiciar a interação e a prática esportiva.
Esse ano as Coordenadorias de Esportes e da Cultura estão programando uma grande movimentação para que as crianças passem o dia envolvidas com muitas atividades, esperando uma grande participação da criançada, devendo lotar a praça.
As 14 horas terá inicio com apresentação de Capoeira, às 14h30 haverá atividades esportivas em diversas modalidades como: basquete, futebol, dama e xadrez. As 16h00 terá passeio ciclístico, com saída da praça São Pedro até a Praça Ademar de Barros, descendo pela rua XV de novembro até a Prefeitura, retornando pela rua São Pedro e encerrando na Praça Francisco Alves Negrão (São Pedro),com premiação para a bicicleta mais bem decorada e para o ciclista mais jovem.
Para alegrar ainda mais a criançada, o “Palhaço Espoleta” estará se apresentando a partir das 16hs00 até o final do evento
Por volta das 17h00, horário previsto para a chegada do Passeio Ciclístico, quando haverá show de premiação, apresentação da Banda Marcial Municipal e a seguir, a continuação das brincadeiras com o Palhaço Espoleta.
Outras novidades aguardam seus filhos. Leve-os a Praça!
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Uma lembrança do Tomé
O comecinho de 1955 surgia nos calendarios coloridos ou do Armazém do Donatinho ou do Empório do Pelissari. Hominho quase feito, de calças curtas e suspensório de pano, lembro-me com um bornal de tecido indo de "alpargatas" para o glorioso Tomé Teixeira. No peito da camisa de algodão amarelado, que minha mãe, Dona Laura tentou branquiar com "anil" horas no coadouro, me sentia um "cabo" do exércíto do saber. Debaixo da letras GETT bordados pela minha "velhinha" já existiam duas faixas de segundo ano.
No bornal um caderno de caligrafia, um caderno "avante" borrador e um caderno de desenho de capa berrantemente amarela de segundo ano. No estojinho vagabundo de madeira alguns lápis de 2 pontas, uma borracha elefante, um apontador que nunca funcionava, meia gilette Blue Blade que surrupiei do meu pai depois de sua barba, uma caneta de pau, duas penas de aço (uma aberta) e um tinteiro "Goiano".
A professora era Dona Josefina Mazalai Machado, um doce de pessoa que me dava muita segurança e me ensinou muito.
A cabeça doída das "correções" aplicadas no menino inriquieto pelo "molho" de chaves do Zé Melilo.
Quanto voltava da escola, a guerra da minha mãe para colocar a roupa caseira para não sujar nem estragar meu uniforme escolar.
Um puxão de orelha da Dona Laura, pois esqueci um pirulito comprado da Dona Maria Piruliteira dentro do bornal e ele derreteu quase estragando os cadernos. Minha mãe nunca entenderia este descuido. Mas eram 10 pírulitos por 10 centavos e a gente não aguentava devorar todos.
Puxa como era gostoso ser aluno menino do glorioso Tomé. Tanto gostei que ao invés de 4 anos fiquei ali 6. Repeti o segundo ano e fui dos poucos que cursou o 5º anos primário, especie de cursinho para a admissão ao Ginasio.
No bornal um caderno de caligrafia, um caderno "avante" borrador e um caderno de desenho de capa berrantemente amarela de segundo ano. No estojinho vagabundo de madeira alguns lápis de 2 pontas, uma borracha elefante, um apontador que nunca funcionava, meia gilette Blue Blade que surrupiei do meu pai depois de sua barba, uma caneta de pau, duas penas de aço (uma aberta) e um tinteiro "Goiano".
A professora era Dona Josefina Mazalai Machado, um doce de pessoa que me dava muita segurança e me ensinou muito.
A cabeça doída das "correções" aplicadas no menino inriquieto pelo "molho" de chaves do Zé Melilo.
Quanto voltava da escola, a guerra da minha mãe para colocar a roupa caseira para não sujar nem estragar meu uniforme escolar.
Um puxão de orelha da Dona Laura, pois esqueci um pirulito comprado da Dona Maria Piruliteira dentro do bornal e ele derreteu quase estragando os cadernos. Minha mãe nunca entenderia este descuido. Mas eram 10 pírulitos por 10 centavos e a gente não aguentava devorar todos.
Puxa como era gostoso ser aluno menino do glorioso Tomé. Tanto gostei que ao invés de 4 anos fiquei ali 6. Repeti o segundo ano e fui dos poucos que cursou o 5º anos primário, especie de cursinho para a admissão ao Ginasio.
Assinar:
Postagens (Atom)

