quinta-feira, 1 de novembro de 2018
sábado, 27 de outubro de 2018
Super obra vai revolucionar Jaguariaíva e seu centro urbano
A cidade de Jaguariaíva e uma das muitas cidades brasileiras cortadas ao meio por caudaloso rio. Durante toda a sua existência a ligação entre cidade baixa e cidade alta se dava por uma estreita ponte mal suficiente para dois veículos em sentido inverso.
Agora numa arrojada obra, está sendo construída mais uma ponte ao lado da já existente que dobrará a vazão do transito nos dois sentidos tornando a cidade altamente transitável e seus sentidos.
Sem prazo para inauguração, a obra se dá com extrema intensidade anunciando para breve a liberação do tão sonhado benefício.
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
NOVA EMPRESA PARA LINHAS DE SÃO PAULO A CURITIBA VIA ITARARÉ
O prefeito de Itararé participou nesta terça-feira (23) de uma reunião com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).
Na ocasião, tratou-se de três assuntos:
Uma rápida solução para regularizar a situação das linhas de ônibus do município, uma vez que a Prefeitura está proibida de contratar com as empresas Transpen e Transfada devido a um processo de improbidade administrativa do prefeito à época;
A passagem de uma rede de água e esgoto sobre a SP-258 no viaduto conhecido como Ponte Seca para a ligação das 262 unidades habitacionais do CDHU e finalmente;
A duplicação do trecho da SP-258 entre o posto Estradão e o trevo principal, bem como implantação de novo trevo para atender as normas.
Segundo o prefeito, a reunião foi produtiva e novos encontros serão agendados.
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
O TREM DE FERRO QUE SANTA CRUZ DOS LOPES SONHOU MAS NÃO VIU
Pouca gente sabe, mas na década de 20 a zona rural de Itararé era tão ativa que o sonho de construir uma estrada de ferro ligando a cidade aos bairros do Cerrado e Santa Cruz dos Lopes chegou a ser a grande esperança de todos. Falo da Estrada de Ferro Itararé-Fartura, que ligaria estas duas cidades do sudoeste paulista ate Fartura e dela por prolongamento até a estação de Ourinhos.O governo de São Paulo chegou a aprovar sua concessão no ano de 1921.
Seu idealizador José de Sá Fragoso contava com projeto realizado pelo engenheiro Paulo Voigtlander. Outros nomes envolvidos eram os dos engenheiros C. Ladeira Roca, Eduardo Engler, Afonso Samartino, José David e Felix Schenizielow.
Em 1924, os estudos definitivos foram aprovados pelo Presidente do Estado, Sr. Carlos de Campos. Em 28 de março deste ano, houve uma grande comemoração em Fartura, para comemorar "o lançamento das últimas balizas das picadas que vinham sendo abertas para a construção da estrada de ferro. A licença para a sua construção, no entanto, somente foi dada no final de junho como publicou "O Estado de S. Paulo" de 28/6/1924.
As obras, que deveriam começar imediatamente, foram sendo postergadas. No início de janeiro de 1925, elas ainda não tinham sido iniciadas e houve de ser emitida sucessivas prorrogações do prazo concedido para o início dos trabalhos. Em fevereiro, o governo assinou o contrato para as obras com o Sr. Fragoso.
Porém, somente em 26 de agosto de 1925 finalmente foram iniciadas, com festas, as obras do primeiro trecho da ferrovia que ligaria Itararé com o Bairro do Cerrado, no km 15 da ferrovia.
Estas obras prosseguiram até novembro de 1926 aparentemente sem grandes percalços. Entretanto, a essa altura, os pagamentos para os trabalhadores estava sendo feito pela empresa construtora, a Lafayette, Siqueira e Cia., que, por sua vez não estavam recebendo os repasses contratuais que deveriam estar sendo feitos pela Cia. Estrada de Ferro Itararé-Fartura.
Em abril de 1927, os operários estavam sem receber os quatro últimos salários mensais. Os fornecedores, maioria de Itararé, não suportavam mais manter o fornecimento, que gerou numa quebradeira inesquecível do nosso comércio.
No início, a construtora continuou afirmando que não estava recebendo o repasse da empresa proprietária. Logo depois, porém, desapareceram e a obra foi paralisada. Nesta altura, pelo que se conta, alguns quilômetros de trilhos tinham sido assentados e a estação inicial estava praticamente pronta, tendo sido feita nos altos da cidade de Itararé (Hoje, uma fazenda do Sr. Gumercindo Ferreira Santos).
Também estava pronto um viaduto de pedras da linha sobra a rua Treze de Maio, no limite da área sul da cidade. Esta estrutura é a única coisa que sobrou desta ferrovia, existindo até os dias de hoje com mera função decorativa.
Aparentemente a sequencia de repasses foi parada no primeiro elo: o Governo do Estado, que era responsável pelo empréstimo de metade do valor do financiamento total da estrada. A empresa proprietária também parece ter parado de pagar sua parte à construtora.
No final de abril de 1927, o presidente Carlos de Campos faleceu ainda no cargo. Foi substituído por Dino Bueno em caráter interino, até a posse do novo Presidente, Julio Prestes, em 14 de julho. Em 16 de maio, Dino ainda assinou um decreto desapropriando terrenos na comarca de Itararé. Depois de empossado em julho, Julio, abandonou de vez qualquer ajuda a nova ferrovia, preferindo investir na EFS (Sorocabana) que já era uma realidade.
terça-feira, 23 de outubro de 2018
SERIA A FREI CANECA A COBAIA IDEAL?
SERIA A FREI CANECA A COBAIA IDEAL?
De repente, a segunda feira (22) inicia com uma surpresa ação da Prefeitura que decide cobrir os paralelepípedos da via pública pela manta asfá
ltica num trecho estratégico da rua.
Porquê a Rua Frei Caneca que não estava prevista neste beneficiamento, antes cantado em prosa e verso para as Ruas XV de novembro e São Pedro?
Porquê foi sorteado um trecho aleatório da rua e não seu total começando do seu início?
Sem nenhum trabalho preparatório, transferindo as tubulaçoes de água e esgoto para a área das calçadas, sem nenhuma ação preparatória nas bocas de lobos, a coisa foi rasgada ao belo prazer da improvisação e imediatez. Sem planejamento nenhum a obra está sendo desenvolvida.
As fotos demonstram claramente que o asfalto no local elevou em quase 10 centimetros o leito carroçavel da via o que sem grande conhecimento de engenharia sugere que os quintais e casas as margens ficaram sujeitas a invasão das aguas pluviais.
Não teria sido sensato e maduro tirar os paralelepipedos que poderiam ser reaproveitados em outras ruas ainda sem nenhum beneficio, ao invés de sepulta-los de forma cômoda.
Com a impermeabilização do solo agora asfaltado, á agua sem meios de infiltração deverá descer numa velocidade incontrolavel, com a mesma vocação antiga inundando a baixada fronteirana, no entorno do Estadio Hugo Keneddy.
Se der certo a Frei Caneca, o mesmo procedimento invadirá a Quinze e São Pedro.
Que tal a Câmara convocar a Engenharia Municipal para esclarecer tudo isto e os vereadores de uma forma educada puxar a orelha de quem deve, quanto ao uso do dinheiro público.
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO É INAUGURADA
O prefeito de Itararé participou na quinta-feira (18), da inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) no município. O evento contou também com a presença do secretário estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Ricardo Borsari. A solenidade aconteceu às 10h, na praça Francisco Alves Negrão .
A ETE ( Estação de tratamento de esgoto) possui quatro estações elevatórias – necessárias para bombeamento do esgoto das regiões mais baixas e afastadas até a rede coletora Lavapés/Tatit. A ETE já está concluída e funcionando. Após receber o esgoto e tratá-lo, num processo totalmente automatizado, se devolve uma água despoluida para o rio Itararé. A concessão dos serviços de água e esgoto do município à Sabesp foi feita em 1998, na gestão do prefeito Floriano Côrtes, por 30 anos. Pelo contrato a concessionária se obrigava a construir o sistema de coleta e tratamento de esgoto até 2003. Acionada na Justiça em 2006, a Sabesp foi multada por atrasos sucessivos e cumpre agora um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), firmado com o Ministério Público.
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