domingo, 24 de novembro de 2019

ITARARÉ DAS MUITAS RUAS E DAS POUCAS INFORMAÇÕES

A opinião de Hélio Porto
ITARARÉ DAS MUITAS RUAS E DAS POUCAS INFORMAÇÕES


Nossa cidade possui média de 350 vias públicas em mais de 4.000 cruzamentos o que exigiria para sua ampla identificação perto de 10 mil placas com o nome de suas ruas e avenidas, porém não temos nem 400 delas e estas poucas, concentradas no centrão da cidade, o que nos coloca num patamar de mais de 90% de nossas ruas não sinalizadas.
Isto gera um caos total onde se procura no escuro tudo o que não se acha.
Para piorar este quadro, a inabilidade dos prefeitos e seus assessores, a cada vez que uma empresa visita o comércio para vender as tais placas indicadoras, não se impõem regras e estas voltam a vender reposição nos mesmos lugares, recolhendo as anteriores e pondo as novas sem progredir a expansão do serviço.
È necessário que a Prefeitura proíba venda onde já existe a sinalização e libere apenas as áreas desprovidas deste expediente, até que o perímetro urbano inteiro esteja assistido, mas isto torna-se utopia, pois o próprio empresário comercial não teria interesse neste investimento.
Então surge nossa sugestão.
Que a Prefeitura e a Associação Comercial se unam para uma campanha de “Sinalização Urbana”, contratando dois pintores em silk screen (serigrafia) e ofereçam prêmios aos proprietários de imóveis nos cruzamentos urbanos para que permitam a confecção de indicadores em seus prédios ou casas, de forma que nenhuma rua e nenhum cruzamento, fique sem a indicação nas nossas vias públicas.
Um procedimento barato e eficaz.
A minha parte esta feita, quando acabo de lançar um novo Guia de Ruas para cidade como faço regularmente.
Outrossim, já é tempo de nossa Câmara Municipal e do nosso Executivo, criar um lei determinando os limites num memorial descritivo dos nossos bairros e Vilas.
Hoje ninguém sabe onde termina a Vila Osório, qual seu limite com o Bairro do Ginásio, Vila João Adolfo ou Cruzeiro e assim por diante.
Ou qual o território que pertence a Vila Novo Horizonte, Jardim São Paulo, Vila Diva, Santa Terezinha ou Bairro Velho.
Difícil também é definir onde está o Parque Centenário, Parque das Nações, Jardim Bequinha, Comodoro ou Jardim Claudina.
Assim se encontra a cidade inteira, numa ampla torre de Babel.
Chegamos ao ridículo de ler na conta de Luz, a Rua Campos Salles na zona central ser classificada como uma rua do Bairro Velho.
Que o poder público se apresse em organizar esta bagunça.
Com a palavra o prefeito, seus assessores e os 13 vereadores.                  

          

sábado, 23 de novembro de 2019

NESTE NATAL DÊ LIVROS DE PRESENTE

Aproxima-se o natal. Para seu amigo secreto ou para seu amigo explicito, dê livros!

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Tiro de Guerra realiza solenidade em alusão ao Dia da Bandeira


Ação aconteceu na praça Coronel Jordão

O Tiro de Guerra 02-017 de Itararé (SP) realizou, nesta terça-feira (19), uma solenidade cívico militar em comemoração ao Dia da Bandeira.
Os secretários municipais de Desenvolvimento Municipal, Marcus Vinícius Gonçalves; e Administração, Agricultura e Pecuária, Jerônimo de Almeida, representaram o prefeito, Heliton do Valle, no evento, realizado na praça Coronel Jordão (praça da Matriz).

Durante a solenidade, os 50 atiradores realizaram o juramento e entoaram o Hino a Bandeira, juntamente ao chefe de instrução do TG, subtenente Ivonir Leher. Além disso, também foi realizada a incineração de bandeiras inservíveis, conforme previsto no Artigo 159 do Decreto 2.243, de 2 de julho 1997. 

Para o chefe do Executivo, eventos como esses são fundamentais para incutir aos jovens o amor à pátria. “Nossa bandeira, muito mais do que um estandarte, é o símbolo maior da pátria. Prestar as devidas homenagem a ela é fazer crescer o sentimento de respeito pelo país”, finaliza.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

LANÇAMENTO DO LIVRO "TRILHOS DA SAUDADE" TRANSFORMOU NUMA NOITE DE EMOÇÃO FERROVIÁRIA

        

         A noite de 5 de novembro foi festiva no Anfiteatro Silvio Machado na cidade de Itararé –SP por ocasião do lançamento do livro “Trilhos da Saudade- O diário do filho de um ferroviário”.
         O décimo livro do escritor Helio Porto, terceiro deste ano, repete sua vocação para as pesquisas que versam a história paralela com a cidade de Itararé.

         Na ocasião, mais de 100 ferroviários pessoalmente ou “in memórian”, representados pelos familiares participaram da noite de autógrafos. Alguns deslocados de grandes distâncias como Sorocaba, Ponta Grossa e Maringá.
         A apresentação foi do radialista Heron Fernando da Rádio Jaguariaiva. Na tela, filmes históricos sobre trens e no palco a versatilidade da dupla Mauro Vieira & Jacira Jansson cantando músicas feitas e inspiradas na cidade. 

         Autoridades e ferroviários usaram a palavra para de forma emocionada agradecer o autor e lembrar fatos e aventuras dos 89 anos em que as ferrovias povoaram Itararé (1907/1996).
         O autor em seu discurso de apresentação do livro, foi incisivo em cobrar do governo brasileiro um respeito e outro tratamentos mais responsáveis com as ferrovias que por suas incompetências sucumbiram deixando milhares de reais sendo sucateados por este Brasil a fora com o excesso de ramais desativados e patrimônios dilacerados. Enquanto no exterior cresce o transporte por ferrovias, no Brasil, os governantes se ajoelham ao cartel rodoviário.
         O livro com 164 páginas e 34 capítulos é rico em narrativas históricas da epopéia do trem de ferro em Itararé.
         Depois deste lançamento, último no Anfiteatro da cidade que agora será fechado para uma profunda reforma em suas instalações com uma recente verba recebida do Estado.

         O livro pode ser adquirido em Itararé na Banca do Neves (Praça São Pedro) ou Livraria Santa Maria (Rua XV de novembro) ou com o autor pelo e-mail helioporto@superig.com.br. 

         “Trilhos da saudade” foi produzido pela Guarani Artes Gráficas, tem a revisão do Professor Antonio Barsotti e arte de capa do Designe Adão Costa Oliveira.        

Corra para as bancas


sábado, 2 de novembro de 2019

DIA DE FINADOS É DE REFLEXÃO E NÃO DE FESTA OU FEIRA DE GULOSEIMAS




O Dia dos Fiéis Defuntos, Dia de Finados ou Dia dos Mortos é uma celebração da Igreja Católica no dia 2 de novembro. Uma tradição que vem desde o segundo século e resume-se a visita aos túmulos para rezar pelos que morreram.
No século V, a Igreja dedicou um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém mais se lembrava.
Foi no século XIII que esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.
Segundo Léon Denis, um autor e médium espírita, o estabelecimento de uma data específica para a comemoração dos mortos, longe se ser uma invenção católica já era uma prática comum entre os druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino jurídicos e filosóficos dentro da sociedade celta, que acreditavam na continuação da existência depois da morte. Reuniam-se nos lares, e não nos cemitérios, no primeiro dia de novembro, para homenagear e evocar os mortos.
Nos dias atuais, a ganância comercial se apoderou da data para prática de uma feira livre nas imediações dos cemitérios para venda de velas, fósforo, flores e alimentos.
A data incentiva também o movimento de profissionais liberais como pedreiros, jardineiros, pintores, zeladores, que acumulam serviços na manutenção e renovação do visual das sepulturas.
Mas, em meio de algumas lágrimas sinceras que desprendem dos olhos de viúvas e órfãos, o cenário em geral é de extrema falsidade.
Difícil entender o cônjuge que se deita em orações pelo falecido já de braços dados com o substituto, ou da mãe que adotou o aborto e foi chorar pelo bebê falecido.
Uma miscelânea de quadros dantescos se descortinam entre os transeuntes que agitam entre as sepulturas neste dia de intensa movimentação no campo santo. Para alguns a visita é tão irreal como as flores plásticas ofertadas no espírito das homenagens.
E para não destoar dos defeitos humanos, o dia serve para diferenciar os mortos pobres dos mortos ricos, na suntuosidade de algumas lapides revestidas no mármore, tendo ao lado uma cruz enferrujada de uma cova abandonada perdida na imensidão da eternidade.
Evangélicos aproveitam a data para contínuas pregações com pastores que aos berros falam do dia da ressurreição final.
Tudo isto vai se repetir neste sábado, dia 2, por conta de mais um finados.       



sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Feira das Nações acontece na próxima semana em Itararé


Durante o evento, oito países serão representados 
Nos dias 08, 09 e 10 de novembro, os itarareenses e visitantes poderão apreciar shows, comidas e bebidas típicas de sete países. Tudo isso graças a realização de mais uma edição da Feira das Nações. 
A atração será realizada a partir das 19h, nos dias 08 e 09 de novembro e a partir das 12h no dia 10, na praça da Matriz. 
A Comunidade de Prevenção e Assistência aos Dependentes de Drogas de Itararé (COPADDI), representará a Grécia; os Voluntários Itarareenses no Combate ao Câncer (VICC), o Japão; Fundo Social de Solidariedade, a Itália; a Apae, o Brasil; o Lar São Vicente, Emirados Árabes; Guarda Mirim, os Estados Unidos e a Santa Casa, o México.
A iniciativa é uma promoção da Prefeitura de Itararé (SP), através da Coordenadoria Municipal de Cultura. Após 26 anos inativo, o evento foi resgatado em 2017 a pedido do prefeito, Heliton do Valle.