domingo, 10 de dezembro de 2017

A HORA OFICIAL DE ITARARÉ

Relógio e carrilhões da Igreja São Pedro voltam a funcionar.

Dentro do projeto do Padre Nei, vigário de Itararé, o objetivo é dinamizar e reformar todo o patrimônio da igreja local.
Desta sorte o mais antigo relógio da nossa cidade, altaneiro no centro da Igreja de São Pedro e que há muito tempo estava abandonado recebeu também, semelhante ao sistema da Igreja Matriz, pelo mesmo técnico, uma ampla modernização e está marcando com fidelidade a "hora oficial" da nossa cidade.
Junto com o relógio, auxiliado por um projeto computadorizado, os carrilhões emitem o som poético dos sinos as 12 e as 18 horas.
Enquanto o velho relógio da torre da Igreja São Pedro acerta seu passo e emite o horário brasileiro de verão,o relógio da Ótica Carol insiste no horário oficial com atraso de 60 minutos.


Novos tempos para nossa cidade e de parabéns a Igreja Católica pela restauração deste nosso patrimônio histórico.

sábado, 9 de dezembro de 2017

SURGE NA VILA OSÓRIO UM NOVO BIG PAUL

BIG PAUL REMODELA-SE AMPLAMENTE EM NOVAS INSTALAÇÕES E NOVAS GONDOLAS, BALCÕES, PADARIA, AÇOUGUE. LOJA 100% NOVA.


Na manhã deste sábado (9) às 10 horas o Big Paul Supermercados reabriu em suas instalações próprias e com tudo absolutamente novo.
São 1.100 metros quadrados de um estrutura construída exclusivamente para abrigar a super loja BIG Paul a partir de agora e as reformas ainda continuam devendo ser ampliado no inicio de 2018 para 1.500 m2 de área comercial.
Solidificado por uma clientela fiel, Solange Orejana Contieri mostra a garra da mulher empreendedora que transformou a mercearia e bar do Davi neste gigante varejista de Itararé.
A plena sintonia do casal, pois todos os passos resolutos da Solange são dados em ampla harmonia com o esposo, Dr. Paulo Contieri, agora conta com a presença e energia importante do jovem Caio Francisco, filho que integra a equipe diretora.
Um investimento arrojado, feito por uma família que demonstra um amor puro por Itararé, investindo aqui os lucros no retorno do bem popular.
As novas instalações exigiu 10 novos contratados, aumentando as vagas oferecidas a mão de obra local.
Um público enorme para um sábado, lotou a frente bonita e atraente do novo Big Paul. Entre as autoridades presentes, o Prefeito Municipal, Heliton do Valle fez o discurso inicial realçando a pujança do casal Orejana/Contieri.

Emocionados Paulo e Solange também falaram palavras de carinho para a freguesia e o Padre Luciano entronizou a benção divina as novas instalações.
A partir dai, os corredores entre as gondolas cheias de produtos e promoções tornaram-se pequenos para um público enorme que avidamente, degustou um cafe matinal e aproveitou para congestionar os novos caixas que tiveram um trabalho intenso de atendimento.
Com pouco mais de uma década e meia de atividades o BIG PAUL recebe uma nova casa e como diz o proprietário Paulo: - "Primeiro queríamos remodelar e modernizar ao máximo nossa loja, o que estamos acabando de fazer e depois pensaremos em outras filiais, para o que já temos até terrenos adquiridos. Tudo tem seu tempo e tudo que fazemos é fruto de um planejamento responsável."

O casal foi muito cumprimentado, numa explícita demonstração do carinho reciproco que existe entre empresário e clientes.
A partir de hoje o BIg Paul e Mega Paul.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

NOTÍCIA, A IMPRENSA E OS POLÍTICOS

      

      O recente episódio envolvendo o grupo NOTÍCIAS DE ITARARÉ na INTERNET e os vereadores da cidade, não pode ser apenas um dos muitos desencontros entre o poder político e os meios de comunicação.
          Numa reunião convocada na sala do Presidente da Câmara, as 16h30 na tarde de 30 de novembro, os 13 vereadores armaram uma típica inquisição em cima do jornalista Milton Komnicki e o jornal Tribuna de Itararé para se nomearem de vítimas diante de uma informação sobre o aumento de dois impostos municipais.
          Revoltados com um depoimento do jornalista que foi inserido na rede social, onde o mesmo cobrou uma discussão mais ampla deste remanejamento de impostos, que supunha estar prestes a acontecer, mas que na verdade já estava consumado desde setembro, quando por unanimidade o aumento foi aprovado em duas discussões ocorridas num mesmo dia e em duas sessões extra  ordinárias realizadas na mesma ocasião.
            Talvez o jornalista Milton tenha cometido algum excesso na dose da crítica, mas de forma alguma errou na cobrança por uma discussão mais ampla do assunto.
            Ao jornal Tribuna, foi questionada a publicação da posição do Presidente da Associação Comercial local, que o jornal manteve imutável dentro de sua linha redacional.
           O jornalista Hélio Porto convidado para a reunião junto com a Sandra Contieri e o Milton Komnicki atribuiu o fato a dificuldade de se obter subsídios do poder legislativo pela sua blindagem burocrática.
          Os representantes do Legislativo gritaram que tudo mudou e lá agora, presta-se todo apoio aos repórteres. Contrariando o presidente da Câmara, a jornalista Sandra Contieri confirmou que sobre o assunto tentou várias vezes obter copia da Lei e que foi negada por proibição de uso da máquina de Xerox (contenção de despesa) e depois tentando obter o texto num pen drive, lhe foi negada por que o digitador (Funcionário público) ainda não havia liberado o texto.
           Resumindo os fatos, o aumento ocorreu.
          Apenas a lei foi maquiada. O ISSQN (Imposto sobre serviços de qualquer natureza) saltou de 3,5% para 5%, porém com uma escala progressiva onde dezenas de atividades foram avaliadas com percentuais diferentes, sendo que algumas profissões foram para 3,5% e outras, como os médicos e os bancos, pularam para 5%.
          O ITBI, Imposto sobre transmissão de bens imóveis saltou de 2% para 4%, criando–se apenas ressalva de aumento para imóveis com valores acima do chamado padrão popular (R$120 mil).
          Estes atropelos entre os poderes políticos e a imprensa dentro do Brasil, são evitados com um profissional contratado tanto pelo Legislativo quanto Executivo, que é o ASSESSOR DE IMPRENSA. Um mediador entre este pólos e em Itararé ambos poderes o possuem.
         É ele que se incumbe de retratar a matéria ao gosto do poder patrocinador para a imprensa publicar, mas quando este falha a encrenca é certa, como ocorreu em Itararé.
          A alegação fundamental dos vereadores foi a de que estes dois impostos já atingem este patamar nas cidades da região e só em Itararé estava defasado. Esta diferença era a nossa virtude que os edis como papagaios desenvolveram o remedo.
          Aumentar tributos quando a cidade atravessa a mais crucial crise de desemprego e desalento da sua economia, é no mínimo, uma covardia.
            Uma coisa no entanto fica para ser esclarecido.
           A imprensa não é responsavel a divulgar as notícias da Câmara como uma obrigação jornalística, como pensam os vereadores. Ao contrário, é obrigação do vereador dar transparência a seu trabalho legislativo, como fiel servidor do publico. E se de um lado é crime aos poderes legislativo e executivo gastar com promoção noticiosa, é liberado ao vereador este expediente quando usando dinheiro do seu bolso. Divulgar o seu trabalho é a melhor propaganda do seu mandato,
            É para isto que o vereador recebe mensalmente um valor exagerado dos cofres públicos como SUBSIDIO.  
             Segundo o dicionário da língua portuguesa, subsidio é financiamento, incentivo, custeio a atividade parlamentar.
             É uma ajuda financeira, um adjutório, um socorro, uma assistência para que o político possa desenvolver seu mandato sem precisar apelar pela sua renda particular.
           NÂO É UM SALARIO, UM ORDENADO pelo serviço prestado. Este valor é para suportar seus deslocamentos, o atendimento financeiro e assistencial dos seus eleitores e também para divulgar sua atuação junto a comunidade.
         E quanto a este aumento de impostos, pode até ter sido legal, mas definitivamente foi imoral.    

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

HOMOFOBIA E RACISMO SERÃO PUNIDOS EM ESTÁDIOS DE FUTEBOL DE SP

SÃO PAULO - Os clubes de futebol e seus torcedores poderão sofrer punições se constatada a prática de homofobia e de racismo, segundo o Projeto de Lei 1100/2017, de autoria do deputado Edmir Chedid (DEM). Os atos discriminatórios em estádios de futebol no Estado de São Paulo resultarão aos infratores o pagamento de multas que podem variar entre R$ 2,5 mil e R$ 125,3 mil.

Em seu argumento, Edmir Chedid afirmou que ainda é bastante comum presenciar nos estádios de futebol ofensas e gritos de torcida contra homossexuais e negros. “Muitas vezes essas pessoas estão envolvidas pelo calor do momento e, em alguns casos, sem estarem conscientes de sua conduta pública, ofendem os atletas e até mesmo os torcedores de clubes adversários”, garantiu.

O parlamentar explicou que a prática dos atos discriminatórios será apurada em processo administrativo, que terá início mediante reclamação e registro do ofendido, de qualquer cidadão ou entidade que tiver conhecimento dos fatos, sujeitando o infrator às penalidades previstas no Projeto de Lei, com multas entre 100 e cinco mil Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (UFESPs).

“É importante destacar que as penalidades previstas nesta proposta parlamentar poderão ser suspensas, por uma única vez, mediante a celebração de termo de compromisso firmado entre o clube de futebol e a autoridade administrativa responsável pela aplicação da penalidade por adoção de medidas de prevenção ou combate à homofobia e ao racismo”, completou Edmir Chedid.


Argumento
Edmir Chedid explicou que a prática observada em alguns clubes de futebol e por parte de torcedores “infelizmente alimenta uma discriminação ainda presente na sociedade, criando-se uma cultura favorável à disseminação da violência e rejeição concreta contra os homossexuais e os negros”. “Não podemos mais aceitar esse tipo de comportamento em nossos estádios de futebol”.

Por fim, o parlamentar disse que, apesar de o clube não poder ser totalmente responsabilizado pelos atos isolados de torcedores, a prática não deve o eximir da responsabilidade enquanto organizador do evento esportivo. “Por isso, entendemos que um modelo misto de aplicação de penalidades administrativas pode tornar mais eficiente a aplicação da própria legislação penal”, concluiu.
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A DIFICULDADE PARA SE OBTER UMA CONSULTA MÉDICA E SUA INEFICÁCIA.


As faculdade de Medicina não ensinam mais os reagentes eficazes diante de uma enfermidade, mas o catalogo de títulos dos laboratórios e sua destinação industrial. Ao invés de médicos seria mais prático um aplicativo onde a gente digitasse dois ou três sintomas e ele de imediato indicasse a droga indicada. Seria mais honesto e menos dispendioso.

CÂMARA VOTA IMPLANTAÇÃO DA ZONA AZUL


Na sessão da próxima segunda-feira (11/12) a Câmara vota projeto de lei do Executivo que implanta o sistema de estacionamento rotativo pago no centro da cidade, em área a ser delimitada pelo Demutran. A administração da Zona Azul será feita por empresa concessionária escolhida por processo licitatório, devendo a operação do sistema ser digital e automatizada. A zona azul funcionará de segunda a sábado, das 8h às 18h.
O período de permanência do veículo na vaga é de uma hora, prorrogável por mais uma, e a tarifa estimada é de R$ 1,50, fixada posteriormente por decreto do Executivo.
Itararé tem 26,3 mil veículos emplacados, para uma população de 50,3 mil, o que dá uma relação de cerca de 1,9 habitantes por veículos, com a frota crescendo 177% nos últimos dez anos.
A Administração justifica que o estacionamento rotativo de veículos democratiza o uso do espaço público em áreas onde ele é escasso e facilita o acesso ao comércio do centro.
Por outro lado a cobrança eletrônica traz comodidade ao usuário e controle do poder público sobre a arrecadação.
Pela lei, os recursos arrecadados com a Zona Azul serão destinados ao Fundo Municipal de Trânsito e reinvestidos no sistema.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Escola do Campo Messias Sodré de Itararé (SP) incentiva produção de abelhas sem ferrão



A ação é um dos projetos desenvolvidos na instituiçãoDesde 2015, a Escola Municipal do Campo Professor Messias Sodré tem buscado ‘adocicar’ mais a instituição e a comunidade. Neste ano, os resultados começaram  a aparecer e, em breve, todos poderão saboreá-lo.
A escola tem desenvolvido o projeto 'Abelhas sem ferrão’. A iniciativa tem por objetivo a preservação e incremento da espécie.
As iscas para Jataí (tipo de abelha) foram doadas pela  professora Donata há dois anos. No início do ano letivo de 2017, as turmas do segundo e terceiro anos, das educadoras Andréa Ferraz e Daiane Delgado, realizaram um estudo sobre as abelhas. A partir de então, deu se início a produção. “Um material foi divulgado em uma feira no dia da família da escola. O retorno foi muito positivo. Temos pais que já implantaram caixinhas racionais em seus sítios e os alunos até trouxeram fotos para mostrar”, explica Andréa.
Conforme ela, os trabalhos com as iscas continuaram no segundo semestre. “Já tínhamos abelhinhas morando na parede da sala de informática (e continuam lá). A professora Donata nos doou a primeira isca para uma transferência. Hoje elas moram em uma caixinha na porta da sala do segundo ano, convivendo em harmonia com as crianças”, esclarece.
A educadora conta ainda que, além destes locais, há também uma colméia em uma das árvores da escola e abelhas mirins no muro.
A ideia foi multiplicada a Escola Alice Fonseca.
“Para finalizar o ano com chave de outro, recebemos um presente da mãe natureza, a turma do Pré II, da professora Amélia, deixou uma de suas iscas bem em frente à sala de aula e, para a alegria de todos, depois de cinco meses novas moradoras apareceram por ali. Essas depois de algum tempo serão transferidas para nossa caixinha pedagógica doada por Gerson Pinheiro do SOS Abelhas sem ferrão”, expõe Andréa.
A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação, reconhece o trabalho desenvolvido e parabeniza todos os envolvidos no projeto.
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